
O Atlas descansa com o sono do menino...
Como se o mundo pudesse ser fechado.
E não houvesse as capitais.
Embora um mundo de mistérios sonhe com o menino.
Bahia, Minas, Amazonas, Japão e Grécia.
Tão menino e já conhece o mundo....
Êta mundo velho de meu Deus!
Tão velho e não conhece o menino.
E o menino dorme sua santa paz.
Nem sonha a quantas anda o mundo...
Mais peralta que o menino.
Ah, desde que o mundo é mundo, Clarismundo:
O mundo é um velho....
Eterno como um menino.
Igaporã, 2003
Para meu filho, Victor
2 comentários:
Conheci seu blog através de um amigo nosso em comum e amei! Suas composições são perfeitas. Até agora li poucas, mas prometo voltar sempre...
Beijos e Parabéns!
Flavinha
Olá, passei pra retribuir sua visita.
Amei seu blog, tanto que já linkei lá no meu..
sua palavra é forte, tempestade.
Gosto assim.
carinhos
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